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quinta-feira, 29 de novembro de 2012
O uso de tecnologias na escola pública brasileira iniciou-se com projetos pilotos em escolas no final de 1980. Nesses projetos, algumas experiências ocorriam com o uso do computador em atividades disciplinares e extracurriculares em horários diferentes em que os alunos frequentavam a escola. Nas duas situações, era possível observar que as práticas apresentavam-se com base nas seguintes abordagens:
* instrucionista, na qual o computador pode ser usado na educação como maquina de ensinar ou como máquina para ser ensinada;
* construcionista, por meio da qual o aluno constrói, por intermédio do computador, o seu próprio conhecimento.
Em algum momento a abordagem construcionista ganhou espaço em sala de aula, contudo cabe ao professor orientar o aluno para que ele possa ter acesso a informações em diferentes fontes a fim de atribuir-lhes significado e construir conhecimento. Neste caso, segundo Prado é a Pedagogia de Projeto que favorece esse conhecimento.
Os projetos de trabalho que começam em sala de aula podem continuar em outros lugares e tempos, do mesmo modo que podem originar-se de acontecimentos externos à escola.
.Ao desenvolver projetos em sala de aula, apresenta-se a necessidade de se criar uma nova cultura educacional. Nessa perspectiva, a utilização das tecnologias e mídias potencializa a construção de redes de conhecimento e comunicação, bem como o desenvolvimento de projetos voltados para a compreensão e para a resolução de problemas da realidade. O uso das tecnologias e mídias no desenvolvimento de projetos favorece, efetivamente, uma nova visão educacional.
O projeto também pode ser feito a partir de um conteúdo disciplinar. Almeida (2002, p.58) destaca que
[...] o projeto rompe com as fronteiras disciplinares, tornando – as permeáveis na ação de articular diferentes áreas de conhecimento, mobilizadas na investigação de problemáticas e situações da realidade. Isso não significa abandonar as disciplinas, mas integrá-las no desenvolvimento das investigações, aprofundando-as verticalmente em sua própria identidade, ao mesmo tempo em que estabelecem articulações horizontais numa relação de reciprocidade entre elas, a qual tem como pano de fundo a unicidade do conhecimento em construção.
A interdisciplinaridade se caracteriza como uma categoria de ação. Assim, a integração entre as disciplinas se faz na prática, no desenvolvimento do currículo que trata o conhecimento em sua globalidade.
Currículo e Ensino não são sinônimos, embora sejam conceitos inter-relacionados. Assim, a elaboração de um currículo depende diretamente da concepção de conhecimento, ensino e aprendizagem que se tem. Com o objetivo de que o aluno alcance determinados resultados. Enfatizamos, no entanto, que o desenvolvimento do currículo, na realidade da escola e no contexto da sala de aula, vai além das grades curriculares e envolve toda a escola, a vida dos alunos, o entorno escolar, os acontecimentos locais e globais que interferem no sistema de relações estabelecido na dinâmica do processo educacional.
O projeto Amora do Colégio de aplicação da UFRGS ( Lacerda et AL 1999), em execução desde 1996, pretende desenvolver um modelo de mudança na escola que corresponda as necessidades geradas pelas transformações sociais, e as múltiplas possibilidades que se tornam disponíveis pela aplicação das tecnologias digitais. Ele se constitui em um projeto de reestruturação curricular, caracterizada pelos novos papéis do professor e do aluno quanto pela integração das TIC (Tecnologia de informação e comunicação) ao currículo escolar.
Os projetos de aprendizagem, portanto, são usados com o objetivo de mudar a prática de ensino no que se refere ás aplicações das tecnologias, invertendo essa lógica para uma prática que privilegie a aprendizagem. Visando a interdisciplinaridade e o trabalho colaborativo, a maior parte das atividades do Projeto Amora é realizada sem a tradicional divisão em turmas ou em séries. Desse modo, as inovações introduzidas no cotidiano escolar, resultantes da implementação das atividades do Projeto Amora, geram a necessidade do desenvolvimento de novas tecnologias e de instrumentos de acompanhamento da aprendizagem dos alunos (Conlon, 2004), intencionalmente planejados para oferecer aos professores subsídios mais qualificados, que possam implicar intervenções mais eficazes nesse contexto.
BIBLIOGRAFIA:
ALMEIDA,M.E.B.de. Como se trabalha com projetos ( entrevista).TV ESCOLA. Secretaria de Educação a Distancia .Brasília : Ministério de Educação , SEDD, n° 22,março , 2002.
ANDRADE , Carlos Drummond de .Mãos dadas In_______.Sentimento do mundo.10.ed. Rio de Janeiro :Record,2000 (1940).
DEMO, Pedro ,Biografia .In;_____.Pesquisa e informação qualitativa :aportes metodologicos .3.ed.Campinas,SP;Papirus,2006
sexta-feira, 1 de junho de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
Em sua pratica pedagogica , você educador vem conseguindo ensinar os alunos a cooperar no sentido que Piaget nos deixou?
Jean Piaget, afirma que a cooperação é o melhor caminho para o desenvolvimento da autonomia intelectual e moral do educando.Nós professores devemos em nosso fazer pedagógico utilizar as relações cooperativas para oportunizar os alunos a um aprendizado pautado na responsabilidade e na ética.
Devemos sempre buscar as atividades em sala de aula que auxilie essa relação de cooperação.
Os Desafios da Midia na Educaçõa
O nosso Projeto Integrado de Aprendizagem tem como titulo Os Desafios da Mídia na Educação,este projeto esta voltado para a nossa realidade profissional , atuamos nas escolas rurais do estado do Amapá.
sexta-feira, 30 de março de 2012
As Cruzadas
As cruzadas foram expediçoes militares e religiosas que partiam da Europa Ocidental para Jerusalém , com o intuito de expulsar os turcos muçulmano daquela terra sagrada considerada pelos cristaõs.
As cruzadas foi um movimento que envolveu muitas pessoas, entre as quais: Religiosos, homens, mulheres, jovens e crianças.
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